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Bicas de Olinda
Localizadas nas ruas Henrique Dias, no Varadouro (São Pedro) e dos Quatro Cantos, no Amparo (Quatro Cantos) e no Largo do Rosário, no Bonsucesso (Rosário), as tradicionais bicas da cidade foram construídas na primeira metade do século XIV em pedra e alvenaria. A finalidade era a de suprir a falta de água da Vila de Olinda. No século XIX é fundada a Companhia Santa Teresa encarregada dos serviços de água e luz. Os problemas de abastecimento, no entanto, não diminuíram, pois a Companhia tomou medidas para proibir o consumo gratuito nas bicas e cacimbas públicas. A Bica do Rosário foi fechada, a dos Quatro Cantos destruída. As bicas do Rosário, Quatro Cantos e São Pedro foram posteriormente recuperadas.Resistiram à ação do tempo e hoje completam os monumentos históricos da cidade. 


Bica de São Pedro
Já era citada no século XVI. É a que possui maior vazão de água. Ainda serve à população olindense. Sua água é tipicamente calcária, incolor, inodora. Tem temperatura ambiental em torno de 30º. 


Bicas dos Quatro Cantos
Tem registro documental encontrado em uma escritura do ano de 1602 com a denominação de Fonte de Tabatinga. 


Bicas do Rosário
Imponente peça colonial. Sua base ostenta o secular brasão de Olinda e o frontão é adornado por paredões com jarros de pedra. Tem escadaria toda lajeada em pedras. 




Horto D’el Rey
A data de sua fundação não está devidamente comprovada. Uma Carta Régia de 19 de novembro de 1798 determinava o estabelecimento de um Jardim Botânico em Pernambuco semelhante ao que se havia criado no Pará. Pereira da Costa, nos Anais Pernambucanos, registra o ano de 1811 como o da fundação do Jardim Botânico de Olinda.




Mata de Passarinho
Área de preservação ambiental, considerada de utilidade pública desapropriada pelo Decreto Municipal n° 057, de 12 de maio de 1998. A Mata de Passarinho é o último resquício de Mata Atlântica do município de Olinda. Constantemente pressionada pela população do seu entorno, a mata é bastante utilizada pela população como área de lazer e de recursos naturais disponíveis. São 13,36 hectares que abrigam espécies vegetais como cajá, dendê, favinha, imbaúba, ingá, jacarandá, louro, pau-sangue, murici, oiti, sucupira e visgueiro. Está situada no bairro de Passarinho, próximo aos bairros de Alto da Bondade, Águas Compridas, Córregos dos Carneiros e do Abacaxi e Caixa D’Água. Em outubro de 2002, a Mata foi revitalizada e ganhou um espaço para realização de atividades de educação ambiental e um posto da Companhia Independente de Policiamento de Meio Ambiente (Cipoma).